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Educação

IORM promove encontro com famílias de alunos dos projetos desenvolvidos em Miguelópolis

IORM promove encontro com famílias de alunos dos projetos desenvolvidos em Miguelópolis

As famílias e os alunos atendidos pelos Projetos desenvolvidos pelo Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça – IORM, em Miguelópolis, participaram do encontro promovido pelo Instituto, no final da tarde do dia 22 de junho, colocando em contato os responsáveis pelos alunos com a equipe psicossocial do Instituto.

Foi o terceiro encontro em grupo com as famílias, mediado pela psicóloga Miriam Myata e com a participação de técnicas do IORM. A reunião recebeu como convidada especial a presidente do CMDCA de Guaíra, a assistente social Maira Mendonça.

As famílias participantes foram acolhidas e puderam debater, em uma roda de conversa, suas opiniões e reflexões sobre o filme”0 Começo da Vida”, exibido em Maio de 2017, na reunião anterior do Grupo.

“A maioria das pessoas que assistiram, destacou como mais tocante no filme, a história dos bebês filhos de mães adolescentes, e de sua luta para cuidar.”, afirma Miriam.

Como foi na escola hoje?

Resumindo o produto dos encontros anteriores, a reunião reconheceu e discutiu a dificuldade da comunicação entre os membros das famílias e a insegurança das mães para a abordagem de temas relacionados à educação sexual, que será assunto para o encontro programado para o mês de agosto.

Os participantes, divididos em grupos, com a participação de adultos e crianças, foram convidadas a formular 10 abordagens para substituir a famosa pergunta: “Como foi na escola hoje?”. Adultos fizeram as perguntas as crianças e aguardaram as repostas.

O clima de troca foi aquecido pela dinâmica musical. Os participantes ouviram música e foram convidados a permanecer por 30 minutos sentados no chão, cantando, olhando e transmitindo a mensagem da música de Roberto Carlos que fala sobre amor e tanto por dizer.

“No coletivo, pais e filhos partilharam a experiência, que teve riqueza, coragem, compreensão e muita comunicação. As crianças foram transferidas para outro espaço, pois alguns pais queriam trazer assuntos de adultos. Escuta, acolhida e partilha. Os comentários foram propositivos e questionadores.”, finaliza a psicóloga.

 

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